15/03/24
Médicos que atuam na rede municipal de saúde de Goiânia paralisaram, por um período de 24 horas, que encerrou nesta quinta-feira, 14. O sindicato dos Médicos do Estado de Goiás (Simego) não soube informar a quantidade de profissionais que aderiram ao movimento. Os atendimentos de urgência e emergência foram mantidos.
De acordo com a presidente do Simego, Franscine Leão, os serviços médicos de maneira geral foram prejudicados com o objetivo de mostrar ao prefeito Rogério Cruz (Republicanos) o impacto do movimento. Além das condições inadequadas de trabalho, a categoria também está manifestando contra as mudanças no modelo de contratação.
Na última semana, a Secretaria Municipal de Saúde anunciou que abriu credenciamento de empresas que vão fornecer profissionais especialistas. Segundo a secretaria, o método seria mais eficaz no atendimento à população. Para a presidente do Simego, Francine Leão, a mudança trará mais problemas.