21/03/24
A operação da Polícia Civil que provocou um terremoto na combalida gestão Rogério Cruz (Republicanos) nesta quarta-feira, 21/03, já é vista no entorno do prefeito como o bala de prata às chances de reeleição.
Rogério sentiu, mas atingir Denes Pereira, considerado o “coração” da gestão, foi um golpe duro até mesmo à realidade paralela em que o prefeito vive.
Apesar dos inúmeros problemas, Rogério achava que a entrega do BRT e as obras de recapeamentos conduzidas por Denes poderiam sensibilizar o governador Ronaldo Caiado (UB) a apoiá-lo. Depois do toc toc toc da Polícia Civil, as chances de quase zero atingiram o ponto morto.
O Paço esperava a volta do governador para formalizar o convite para inaugurar o corredor de ônibus inacabado. O governador vai precisar avaliar bem se compensa posar ao lado de problema em um momento de consolidação de um projeto nacional.
Por falar em pose, o registro do prefeito ao lado de Luan Alves, seu pai Clécio Alves e Denes na coletiva após a operação ainda é motivo de assombro no meio político. O registro ao lado dos alvos, cheira a chantagem. Ao trocar o MDB de Maguito por tais figuras, Rogério colhe agora a imagem da crise fabricada no 6º andar do Paço.