26/02/24
Mesmo com uma receita de R$ 8,230, quase 4% a mais que em 2022, a Prefeitura de Goiânia apresentou um rombo de R$ 111 milhões em 2023, penúltimo ano da gestão Rogério Cruz (Republicanos).
Em prestação de contas do 2º e do 3º quadrimestre de 2023 nesta terça-feira, 26/03, na Câmara Municipal, após três adiamentos, Rogério Cruz apareceu após pressão dos vereadores e respondeu alguns questionamentos. O principal motivo para a deterioração está no aumento da folha do funcionalismo, com R$ 4,21 bilhões, aumento de 6,35% em relação ao ano anterior. Com isso, a prefeitura atingiu 50,30%, muito próximo do limite prudencial que é de 51,30%.
O prefeito enfrentou diversos protestos, principalmente de trabalhadores da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), contrários a terceirização de alguns serviços ofertados pela própria companhia.
Cruz respondeu perguntas da vereadora Aava Santiago (PSDB) e de Willian Veloso (PL) sobre denúncias de corrupção nas Secretarias de Infraestrutura e de Administração, Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), além da Comurg, em licitações realizadas pelo Município.