30/03/24
Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Coordenadoria de Segurança Institucional e Inteligência (CSI), do Ministério Público Estadual, profissionais estariam atuando para transmitir recados entre líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e de líderes a outros presos.
As investigações do MP mostram que os advogados se valiam das prerrogativas da profissão, sobretudo, para transmitir recados entre lideranças e outros membros da facção, por meio de atendimentos em parlatórios em unidades prisionais.
Dois mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos em desfavor de dois advogados investigados. As ordens judiciais foram cumpridas em Anápolis, Valparaíso de Goiás e no Distrito Federal.
Os advogados estariam transmitindo ordens de liderança para que presos promovessem falsas denúncias de torturas e maus tratos junto aos órgãos de controle, com a finalidade de forçar fiscalização por entidades e, assim, pressionar e obter flexibilidade de regras internas nos presídios de segurança