20/05/24
Goiás registrou 35,9% de taxa de informalidade no primeiro trimestre de 2024, terceira maior redução do país. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituro Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram validados e divulgados pelo Instituto Mauro Borges (IMB) na última sexta-feira, 17.
Com este número, o Estado teve a terceira maior redução de informalidade do país (-1,3 p.p.), quando comparado com o trimestre anterior. De acordo com o IBGE, a taxa de informalidade é um indicador que abrange os empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada; empregados domésticos sem carteira de trabalho assinada; empregadores sem registro no CNPJ; trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ; e trabalhadores familiares auxiliares.
O governador Ronaldo Caiado (UB) destacou o papel do governo no incentivo à formalização dos negócios. “Temos realizado várias ações para incentivar a formalização de negócios, a abertura de empresas e a criação de novos postos de trabalho, e também oferecido cada vez mais oportunidades de capacitação para que o trabalhador possa ocupar essas vagas, por isso é gratificante ver o mercado respondendo positivamente”, ressaltou Caiado.
Além da redução na informalidade, Goiás conquistou aumento considerável na renda média, em comparação com a média brasileira. No primeiro trimestre deste ano, a renda média de todos os trabalhadores dos goianos (R$ 3.137) superou pelo quinto trimestre consecutivo a média brasileira (R$ 3.123). Em relação ao mesmo período do ano passado, representa crecimento de 4,1%.
O secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, comemorou o aumento dos rendimentos. “Goiás está aliando a criação de novos postos de trabalho com o aumento dos rendimentos, e os dados da PNAD mostram que essa combinação de emprego e renda impacta diretamente no bem-estar da população e impulsiona a economia local”, reiterou o secretário.