16/06/24
A crise no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Goiânia se agrava, agora com a denúncia de que a Prefeitura não realiza repasses para a empresa responsável pela manutenção das ambulâncias desde o final de 2023. A empresa denunciou à TV Anhanguera que não recebe nenhum pagamento da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) há vários meses.
O valor devido pela gestão do prefeito Rogério Cruz (SD) gira em torno de R$ 5 milhões por ano, uma média de R$ 400 mil por mês. Em um caso extremo, o repasse do mês de junho foi de apenas R$ 9 mil.
A empresa alertou que continuará prestando serviços apenas até o fim deste mês, caso o repasse não seja regularizado. A Secretaria Municipal de Saúde declarou que está realizando uma auditoria nos pagamentos desses serviços.
Acontece que a falta de repasses coloca em risco a operação do Samu, essencial para emergências médicas, além de transferências de pacientes entre as unidades de saúde de Goiânia. Sem a manutenção adequada, o serviço pode ser interrompido, afetando diretamente o atendimento à população que tanto precisa de atenção.