30/12/23
O caso envolvendo Amanda Partata Mortoza ganhou uma reviravolta com a colaboração de um motorista de aplicativo. O condutor, que atendeu a falsa psicóloga um dia antes do crime, entrou em contato com a Polícia Civil oferecendo informações que se tornaram peça-chave na investigação.
Conforme detalhado pelo delegado Carlos Alfama, a suspeita teria ativado o serviço de entrega da plataforma de transporte por aplicativo para enviar uma encomenda a um hotel no setor Marista, em Goiânia, local onde estava hospedada. "Ele disse que tinha a transação com o nome dela na sua conta bancária", explicou o delegado.
O motorista forneceu, assim, detalhes que permitiram à polícia dar continuidade às investigações. A nota fiscal da encomenda, proveniente de uma indústria química-farmacêutica e adquirida pela internet, tornou-se uma evidência vital. Com base nessa informação, a Polícia Civil solicitou a quebra do sigilo fiscal, permitindo identificar o produto adquirido por Amanda.
A substância adquirida pela suspeita revelou-se idêntica à encontrada nos bolos de potes consumidos pela família no dia do crime, fortalecendo a conexão entre Amanda Partata e a materialização do envenenamento.