07/08/24
O prefeito Rogério Cruz (SD) afirmou ao jornal O Hoje que a saúde da Capital melhorou em sua gestão. Ignorando os fatos, Cruz parece querer fazer piada da situação e tentou falar em “avanços” em reunião com a Federação dos Hospitais, Estabelecimentos e Serviços de Saúde do Estado de Goiás (Fehoesg) e sindicatos filiados.
Rogério não falou sobre a interrupção de cirurgias e procedimentos médicos, que não são realizados nos hospitais do município por falta de anestesistas. O contrato chegou ao fim em janeiro de 2023, mesmo assim a gestão Cruz não agiu para buscar uma renovação do serviço ou outro prestador, deixando em risco o atendimento aos pacientes. Os médicos anestesistas seguiram atendendo, por um ano, até 5 de janeiro de 2024, quando paralisaram as atividades por falta de pagamento.
Outro problema não resolvido é da falta de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) móveis no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da capital. A ausência de médicos para essas ambulâncias, conhecidas como Unidades de Suporte Avançado (USAs), destinadas a casos mais graves, é atribuída à negligência do prefeito Rogério Cruz.
Além disso, o próprio Rogério Cruz (SD) teve que afastar o então secretário municipal de Saúde, Wilson Pollara, após medida cautelar do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). O TCM decidiu pelo afastamento do secretário após pedido do Ministério Público de Contas (MPC) devido à contratação de itens e serviços de forma irregular para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).