05/01/24
Em uma reunião realizada em dezembro, lideranças do PSDB de São Paulo não pouparam críticas ao que é considerado o “queridinho nacional” de Marconi Perillo, atual presidente “figurativo” do PSDB Nacional. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, enfrentou duras avaliações em um encontro que expôs as divergências internas do partido.
As críticas foram centradas em uma suposta perseguição aos membros do partido que se aliaram a João Doria. Leite, que comandou o PSDB em grande parte de 2023, foi apontado como responsável por atitudes que criaram um clima de hostilidade dentro da legenda. O embate entre Leite e Doria, ambos vistos como potenciais candidatos presidenciais para 2026, agravou as divisões internas no partido.
Marconi Perillo, que sempre buscou manter uma posição de quem fica em cima do muro, expressou desaprovação em relação às posturas que resultaram em conflitos dentro do PSDB. Diante das críticas e das divergências internas, Perillo sinalizou a intenção de promover prévias no diretório estadual de São Paulo em fevereiro e buscar uma solução democrática para a escolha de lideranças e a definição de rumos para o partido.
Eduardo Leite é considerado no partido como um potencial presidenciável para 2026 e Marconi Perillo banca a ideia, mas evidencia as fissuras no PSDB.