11/01/24
Ruas alagadas, casas inundadas e até um caso de morte serviram como motivos para que a vereadora Aava Santiago protocolasse uma denúncia no Tribunal de Contas do Município (TCM) e outra no Ministério Público de Contas (MPC) para apurar possíveis irregularidades na atuação da prefeitura quanto às obras de drenagem urbana que estão paradas.
“No entanto, até o momento, apenas uma minoria dessas obras foi realizada, e mesmo assim, tais intervenções se mostraram ineficientes diante dos problemas recorrentes de alagamentos”, afirma Aava.
De acordo com Aava, há necessidade de apurar os recursos investidos, já que 11 grandes obras e intervenções foram anunciadas, sob aporte estimado de R$ 200 milhões. “Depois de mais de 1 ano, apenas 3 delas saíram do papel. No ano passado um motociclista morreu e após as chuvas do fim de semana vimos que quase nada foi feito para evitar mais tragédias. Por isso a necessidade de uma urgente apuração dos recursos investidos e cronograma das obras”, disse.
No último domingo (7/1) uma forte chuva deixou um rastro de destruição por Goiânia. Bairros como Vila Mauá, Jardim América, Setor Oeste, Jardim de Goiás e a região do Córrego Cascavel sofreram com alagamentos, veículos levados pela enxurrada, asfalto destruído e aumento dos buracos. De acordo com André Amorim, gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), foi apenas uma “chuva de verão normal para o período, como outras que tivemos”, ressaltou.
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