07/01/25
Reportagem do jornalista Rubens Salomão em Popular nesta terça-feira, 07/01, aponta que a gestão Rogério Cruz (Solidariedade) passou a apontar a anulação de empenhos, ao longo do segundo semestre de 2024, como fator decisivo para a escalada da dívida acumulada pela Prefeitura de Goiânia.
Além dos R$ 208 milhões de dívidas assumidas pela gestão tem dívidas de R$ 250 milhões no IMAS que nem empenho foi feito e não está no balanço. Além disso, está na lista dos valores não empenhados ou com empenhos anulados o total de R$ 2 bilhões da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) e R$ 600 milhões da Secretaria de Saúde.
Na Saúde, a dívida deixada é de R$ 600 milhões que não foram empenhadas e agora tem dois problemas segundo o secretário de Finanças. “Temos o problema financeiro e o problema orçamentário. Isso porque, se eu for empenhar agora, eu vou ocupar o orçamento de 2025 com dívidas que não estão no balanço", argumenta Valdivino Oliveira. Outro rombo deixado foi no aluguel de veículos de R$ 20 milhões. O total da dívida é de R$ 3,4 bilhões, a metade na Comurg.