12/01/25
O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) voltou a ser o centro das atenções nas redes sociais neste fim de semana após denúncias feitas pela deputada federal Silvye Alves (União Brasil-GO). Um vídeo publicado pelo perfil “SomenteOrestes” reacendeu polêmicas sobre o passado de Gayer, incluindo um acidente de trânsito no início dos anos 2000, e levantou suspeitas sobre sua gestão de recursos públicos.
Na publicação, o perfil destacou as acusações feitas por Silvye:
- Um atropelamento que resultou na morte de duas pessoas e deixou outra paralítica;
- Recebimento de auxílio-moradia, mesmo sem necessidade;
- Gastos de R$ 15 mil por mês da verba de gabinete com redes sociais;
- Contratação de uma empresa com endereço registrado no nome de seu filho.
A deputada Silvye Alves também utilizou suas redes sociais para rebater críticas feitas por Gayer sobre a votação da Medida Provisória (MP) da Esplanada dos Ministérios. Em sua publicação, ela explicou seu posicionamento favorável à MP, afirmando que o governo atual apenas reorganizou os ministérios sem aumentar os gastos públicos.
“O Bolsonaro, que foi meu candidato, deixou 23 ministérios. O governo atual desmembrou esses 23 para 37, porém não aumentou 1 real de gasto público. São pessoas que foram remanejadas. Minha pauta, por exemplo, mulheres, autistas, esporte... como eu ia votar para acabar com o Ministério das Mulheres?”, justificou Silvye.
A deputada ainda fez duras críticas ao comportamento de Gayer. “Fala que é honesto, mas recebe auxílio-moradia. Fala que não usa dinheiro público, mas gasta R$ 15 mil da sua verba de gabinete para bancar suas redes sociais. Fala que é honesto, mas contratou uma empresa que funciona no mesmo endereço do jovem filho. O senhor precisa medir suas consequências. Vou levar ao Conselho de Ética”, afirmou.
Silvye Alves relembrou um episódio marcante do passado de Gayer, acusando-o de ter causado a morte de duas pessoas e deixado uma terceira paralítica em um acidente de trânsito enquanto dirigia embriagado. Ela também mencionou outro incidente envolvendo Gayer, que teria invadido um ponto de ônibus cinco meses após o acidente inicial.
“Não tem escrúpulos. Cinco meses depois de matar duas pessoas e deixar outra paralítica, invadiu com o carro um ponto de ônibus, bêbado novamente”, acusou Silvye, reforçando a gravidade das denúncias.