27/01/25
O PSDB, que já foi protagonista da política nacional, caminha para um possível desfecho melancólico. Discussões sobre uma fusão com o MDB, liderado por Baleia Rossi, ou com o PSD, de Gilberto Kassab, estão em pauta, mas o que se desenha nos bastidores é a extinção de um partido que perdeu força e protagonismo.
Com representação ínfima no Congresso e pouca relevância nos Estados, o PSDB parece condenado a um “velório” iminente, com o “enterro” projetado para 2026. Entre os caciques tucanos há resistência em carregar o rótulo de “coveiros” do partido, evitando ao máximo a palavra "extinção".
Gilberto Kassab, líder do PSD, demonstra cautela com a integração. Segundo fontes, o partido aceitaria a fusão apenas se veteranos não reivindicarem posições de destaque. Kassab parece seguir o lema de Romário: a “janelinha” é para quem já faz parte do jogo, não para os recém-chegados.
A fusão, ao que tudo indica, seria menos um novo capítulo e mais um encerramento da história do PSDB.