20/02/25
O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), Bruno Peixoto, defendeu nesta quarta-feira, 19, o aumento de cargos comissionados na Casa e alegou que a “opção” ocorre para ampliar os serviços prestados. Desde que assumiu o comando do Legislativo, há dois anos, o deputado liderou a criação de 1.739 postos de indicação política nos gabinetes e na administração do Poder Legislativo.
A gestão de Bruno Peixoto aumentou o número de cargos de direção, que contam com salários brutos entre R$ 20 mil e R$ 30 mil. Quando assumiu, em 2023, eram 15 diretorias e 16 secretarias. O número de diretorias subiu para 30 e as secretarias, com a última elevação, chegaram a 51.
Como detalhado pelo POPULAR , a Alego mantém a liderança em ranking de assembleias legislativas, com 5.450 cargos comissionados, à frente de estados mais populosos e com mais parlamentares, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O movimento de alta foi iniciado em 2015, quando os deputados goianos tinham 2.465 postos para nomeações.
No levantamento sobre o número de cargos de indicação política, Goiás também fica à frente de assembleias de estados com características semelhantes, como Santa Catarina, que tem 40 deputados estaduais e apenas 1.065 comissionados, ou o Pará, que mantém 2.965 servidores, com 41 parlamentares.