20/01/24
A paralisação dos serviços foi em função do término, há mais de um ano, do contrato da Prefeitura de Goiânia com a Cooperativa dos Médicos Anestesistas de Goiás (Coopanest). Existe ainda uma dívida de quase R$ 26 milhões com os profissionais. A paralisação suspendeu o serviço de anestesia em todas as unidades municipais de saúde e, ainda, nas conveniadas com a rede municipal.
A suspensão do atendimento já se arrasta há 15 dias. Segundo a Coopanest, o contrato com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) foi firmado em 2016 com término em janeiro de 2021. Nessa data o contrato foi estendido por mais um ano. O aditivo se encerrou no dia 31 de janeiro de 2022.
A Secretaria então optou por um contrato emergencial, que possibilitou a continuidade da prestação de serviços. Os profissionais seguiram com atendimento normalmente ao longo de 2023.
A Cooperativa alega que a Prefeitura não efetuou os pagamentos acordados por esses atendimentos feitos no ano passado. A dívida total seria de R$ 25.635.047,40.
A SMS informou que a pasta vem fazendo uma transição para que os anestesistas sejam contratados e pagos diretamente pelos prestadores. E que ao contratar um hospital, todos os serviços já estão incluídos, inclusive os de anestesista. “Portanto, não há justificativa para que sejam contratados diretamente pelo município”.