02/02/24
A gestão Rogério Cruz segue tentando reverter crises intermináveis que vão desde a limpeza pública, passam pela educação e atingem até o atendimento de Saúde de Goiânia.
Falta de ambulâncias, equipamentos médicos com prazo de validade vencido e falta de profissionais de saúde. Esse foi o cenário encontrado no Samu de Goiânia em reportagem veiculada pela TV Anhanguera, na última segunda-feira (29/1).
A matéria mostra que das 17 ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) da capital, apenas 7 estão funcionando. A maioria está parada por problemas mecânicos, e uma unidade de resgate não está rodando porque falta equipe médica para fazer o deslocamento dos pacientes.
A equipe de reportagem também encontrou equipamentos médicos vencidos. Pás para desfibralador, equipamento utilizado em casos de parada cardíaca, estão vencidas desde o ano de 2016. O item possui um gel que deve “aderir” ao corpo do paciente no momento do socorro, o que não deve acontecer se utilizado após o vencimento, o que compromete o o atendimento de emergência.
Além dos problemas técnicos, também foram encontradas inconsistências nas prestações de conta do Samu. O Ministério da Saúde determinou que a prefeitura de Goiânia devolva R$ 2,1 milhões direcionados ao serviço, já que sete ambulâncias não estão em funcionamento. Além disso, o ex-secretário de Saúde, Durval Pedroso, está sendo cobrado pela devolução de R$ 8 milhões que foram destinados ao Samu da Capital e não teriam sido utilizados corretamente.