02/02/24
Rogério Cruz alega que Prefeitura está estudando uma solução para a crise no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não confirma que Serviço vai ser terceirizado. Auditoria do Ministério da Saúde apontou recebimento indevido de mais de R$ 11 milhões de recursos do SAMU entre 2022 e 2023.
Cansados de ouvir especulações sobre a possibilidade de terceirização, os servidores pediram uma audiência com o secretário de saúde, Wilson Pollara, que segundo eles, confirmou a intenção de repassar o Samu à iniciativa privada.
A justificativa da Prefeitura é sanar a crise no serviço que se arrasta há algum tempo e tem prejudicado o atendimento à população.
O assunto foi levado para ser discutido em uma reunião do Conselho Municipal de Saúde, formado por representantes da Prefeitura de Goiânia, do setor público e da população. Durante o encontro, foi aprovada uma resolução para impedir qualquer tentativa de terceirizar o serviço.
Contrariando o que o seu secretário afirmou aos servidores, o prefeito Rogério Cruz afirmou que ainda não há decisão sobre o assunto. Segundo ele, a situação do Samu ainda está sendo levantada e, somente depois da conclusão do estudo, é que haverá uma definição.
Uma auditoria feita pelo Ministério da Saúde mostrou que a Secretaria de Saúde de Goiânia recebeu indevidamente, mais de R$ 11 milhões de reais, no período de janeiro de 2022 a junho de 2023.
A mesma auditoria recomendou a suspensão dos repasses feitos para sete ambulâncias do SAMU que não estão rodando, mas sim abandonadas, virando sucata em oficinas.
Servidores do Samu estão revoltados com possibilidade de terceirização do Serviço
Rogério Cruz alega que Prefeitura está estudando uma solução para a crise no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não confirma que Serviço vai ser terceirizado. Auditoria do Ministério da Saúde apontou recebimento indevido de mais de R$ 11 milhões de recursos do SAMU entre 2022 e 2023.
Cansados de ouvir especulações sobre a possibilidade de terceirização, os servidores pediram uma audiência com o secretário de saúde, Wilson Pollara, que segundo eles, confirmou a intenção de repassar o Samu à iniciativa privada.
A justificativa da Prefeitura é sanar a crise no serviço que se arrasta há algum tempo e tem prejudicado o atendimento à população.
O assunto foi levado para ser discutido em uma reunião do Conselho Municipal de Saúde, formado por representantes da Prefeitura de Goiânia, do setor público e da população. Durante o encontro, foi aprovada uma resolução para impedir qualquer tentativa de terceirizar o serviço.
Contrariando o que o seu secretário afirmou aos servidores, o prefeito Rogério Cruz afirmou que não há decisão sobre o assunto. Segundo ele, a situação do Samu ainda está sendo levantada e, somente depois da conclusão do estudo, é que haverá uma definição.
Uma auditoria feita pelo Ministério da Saúde mostrou que a Secretaria de Saúde de Goiânia recebeu indevidamente, mais de R$ 11 milhões de reais, no período de janeiro de 2022 a junho de 2023.
A mesma auditoria recomendou a suspensão dos repasses feitos para sete ambulâncias do SAMU que não estão rodando, mas sim abandonadas, virando sucata em oficinas.