17/02/24
Servidores públicos ligados à saúde e educação, desempenhando funções em instituições como o Hospital das Clínicas (HC), Faculdade de Odontologia, Faculdade de Farmácia, Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTESP) e Hospital Veterinário (HV), estão se organizando para uma possível greve em busca de recomposição salarial e reestruturação das carreiras. O movimento, liderado pelo Sindicato dos Técnicos-administrativos em Educação das Instituições Federais de Goiás (Sint-IFESG), ameaça paralisar serviços a partir do próximo dia 22, caso o Governo Federal não apresente uma proposta satisfatória.
As negociações entre o Sint-IFESG e o Ministério da Gestão e Inovação do Governo Federal não avançaram até o momento. A proposta de reajuste oferecida pela União foi considerada insatisfatória pela categoria, que aguarda um retorno positivo até o dia 22 de fevereiro. Nessa data, os servidores realizarão uma assembleia para avaliar os avanços nas negociações. Caso não haja uma proposta adequada, a categoria promete uma grande paralisação em Brasília, buscando pressionar o Governo Federal a atender suas reivindicações.
A falta de uma proposta aceitável pode resultar no indicativo de greve. Antes da assembleia nacional, os técnicos em Goiás planejam uma mobilização no dia 19 de fevereiro. Os servidores do Laboratório Rômulo Rocha da Faculdade de Farmácia/UFG, responsável por uma quantidade significativa de exames para o SUS, participarão desse ato, que visa chamar a atenção para as demandas da categoria.