26/02/24
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego) a decisão pela paralisação foi tomada porque a Prefeitura não apresentou um novo plano de carreira para a categoria. Acordo nesse sentido foi firmado no ano passado e deu fim a uma greve de 40 dias.
De acordo com a presidente do Sintego, Bia de Lima, durante o movimento paredista de 2023, a categoria reivindicava o pagamento da data-base 2023, a equiparação no auxílio locomoção e o envio imediato do novo Plano de Carreira para a Câmara Municipal.
Após acordo sobre os dois primeiros itens, os servidores aceitaram discutir o Plano de Carreira no mês de dezembro e encerraram a greve. Como o acordo não foi cumprido pela Prefeitura, os trabalhadores decidiram retomar o movimento, que acontece a partir dessa terça-feira, 27.
Bia de Lima ressaltou que o sindicato tentou negociar diversas vezes na tentativa de ver a demanda atendida e evitar uma nova paralisação, mas como não houve diálogo com a Prefeitura, os servidores decidiram, em assembleia, cruzar os baços novamente.
A categoria estabeleceu ainda uma agenda de atividades para os próximos dias, para dar visibilidade e força ao movimento. No dia 4 de março a categoria se reúne com o desembargador da Justiça do Trabalho, Fernando Braga, e, no dia seguinte, haverá uma assembleia na Câmara dos Vereadores.